Fio condutor que me leva
à viagens transcendentais.
Quem me dera um dia
nesse lampascópio transportar
minhas idéias de energia
pra todo mundo se alegrar.
segunda-feira, 24 de dezembro de 2007
sábado, 22 de dezembro de 2007
quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
sexta-feira, 16 de novembro de 2007
sexta-feira, 26 de outubro de 2007
terça-feira, 23 de outubro de 2007
jamais direi a ti
Posta tua
poesia bruta
na gruta
nua
crua.
Morro casto.
Profundo
auto desprezo
infante;
infame!
Puta perdida,
vadia,
cedida aos desejos teus -
dedos entrelaçado
em laços mal dados.
Brusca ruptura.
A usura
de um momento só teu.
poesia bruta
na gruta
nua
crua.
Morro casto.
Profundo
auto desprezo
infante;
infame!
Puta perdida,
vadia,
cedida aos desejos teus -
dedos entrelaçado
em laços mal dados.
Brusca ruptura.
A usura
de um momento só teu.
quinta-feira, 11 de outubro de 2007
A pílula da felicidade
Eureka!
Instituições
Organizações sociais
Acudam!
O homem tá caindo
E tu, parado aí...
Por exemplo,
Marx
Vixe, Maria!
500 anos de latifúndio no Brasil
Abandonados...
E tu, parado aí...
Não articulação da modernidade
Substituição da intelectualidade
Parque lotado.
Atraso duas vezes
E tu, parado aí...
Ratinho de biblioteca
veio Focault, Morran,
Weber, Durkheim
e até Descartes
Pega um livro aí, Menino!
E aproveita pra ler
Depois, vai viver, Menino!
- A consciência crítica parte da maturidade
mais a teoria.
Eureka!
Instituições
Organizações sociais
Acudam!
O homem tá caindo
E tu, parado aí...
Por exemplo,
Marx
Vixe, Maria!
500 anos de latifúndio no Brasil
Abandonados...
E tu, parado aí...
Não articulação da modernidade
Substituição da intelectualidade
Parque lotado.
Atraso duas vezes
E tu, parado aí...
Ratinho de biblioteca
veio Focault, Morran,
Weber, Durkheim
e até Descartes
Pega um livro aí, Menino!
E aproveita pra ler
Depois, vai viver, Menino!
- A consciência crítica parte da maturidade
mais a teoria.
terça-feira, 9 de outubro de 2007
quinta-feira, 4 de outubro de 2007
Apelo do preto
O briu dos seus zóio, morena
eu vô observá
pra aquetá meu fogo, morena
eu vou me deleitá
Arre, morena!
pru que se apuquentá?
se o meu sentimento quero lhe trocar
Abre os zóio, morena
pra nóis se alimentá
de amor foguento
que eu tenho pra te dá
Finarmente, morena
os zoinho teu eu vou fitá
É um negócio tão gostoso, morena
vamo se chafurdar!
Ai, ai, ai morena
Seu cheiro ai de matar
esse preto que vos fala, morena
De tanto esnobá
eu vô observá
pra aquetá meu fogo, morena
eu vou me deleitá
Arre, morena!
pru que se apuquentá?
se o meu sentimento quero lhe trocar
Abre os zóio, morena
pra nóis se alimentá
de amor foguento
que eu tenho pra te dá
Finarmente, morena
os zoinho teu eu vou fitá
É um negócio tão gostoso, morena
vamo se chafurdar!
Ai, ai, ai morena
Seu cheiro ai de matar
esse preto que vos fala, morena
De tanto esnobá
quinta-feira, 27 de setembro de 2007
COLA LAMBE-LAMBE
Para os amigos mandigueiros que adoram enfeitar a cidade :]
ingredientes:
7 col de sopa de farinha de trigo
1 litro de água
2 col de sopa de vinagre
1 garrafa plástica de 2 litros com tampa
preparo:
Ferva 750ml de água numa panela grande. Misture a farinha de trigo numa vasinlha a parte com os 250ml de água restante, mexendo até a farinha dissolver. Quando a água ferver, jogue o trigo dissolvido e mexa sem parar por aproximadamente 5 minutos. Quando o caldo começar a engrossar, adicione o vinagre e mexa por mais dois minutos. Deixe a cola esfriar um pouco. Utilizando um funil derrame a cola na garrafa de 2 litros e guarde na geladeira.
Obs.: Só retirar quando for usar.
ingredientes:
7 col de sopa de farinha de trigo
1 litro de água
2 col de sopa de vinagre
1 garrafa plástica de 2 litros com tampa
preparo:
Ferva 750ml de água numa panela grande. Misture a farinha de trigo numa vasinlha a parte com os 250ml de água restante, mexendo até a farinha dissolver. Quando a água ferver, jogue o trigo dissolvido e mexa sem parar por aproximadamente 5 minutos. Quando o caldo começar a engrossar, adicione o vinagre e mexa por mais dois minutos. Deixe a cola esfriar um pouco. Utilizando um funil derrame a cola na garrafa de 2 litros e guarde na geladeira.
Obs.: Só retirar quando for usar.
sexta-feira, 21 de setembro de 2007
Pobre de ti, barbuleta
Passeias em giro a chama,
simples barbolate, em hora,
que se chama te enamora
teu próprio estrago te chama;
se o seu princípio ama
quem ao seu mal se inquieta,
tens por fermosura grata
luz, que traidora te mata,
pobre de ti, barboleta.
Ou tu imitas meu ser,
ou eu tua natureza,
pois na luz uma beleza
ando ardendo por arder:
tu à luz que vês acender,
te arrojas tão cega, e tal,
que imitando ao natural
com que arder ali me vês,
me obrigas a dizer, que és
imitação do meu mal.
Tu és barbuleta comua,
pois a toda luz te botas,
e eu cego, se bem o notas,
sou só a barbuleta tua:
qualquer segue a estrela sua,
mas tu melhor te socorres
quando em fogo algum te torres,
porque eu nunca ao fogo chego;
e tu logras tal sossego,
que em chegando ao fogo morres.
Tu és mais feliz ao que entendo,
inda que percas a vida,
porque a dá por bem perdida,
quem vive de andar morrendo:
eu não morro, e o pretendo,
porque falta a meu pesar
a fortuna acabar;
tu morres, e tu sossegas,
quando na chama te entregas,
porque morres por chegar.
Gregório de Matos
simples barbolate, em hora,
que se chama te enamora
teu próprio estrago te chama;
se o seu princípio ama
quem ao seu mal se inquieta,
tens por fermosura grata
luz, que traidora te mata,
pobre de ti, barboleta.
Ou tu imitas meu ser,
ou eu tua natureza,
pois na luz uma beleza
ando ardendo por arder:
tu à luz que vês acender,
te arrojas tão cega, e tal,
que imitando ao natural
com que arder ali me vês,
me obrigas a dizer, que és
imitação do meu mal.
Tu és barbuleta comua,
pois a toda luz te botas,
e eu cego, se bem o notas,
sou só a barbuleta tua:
qualquer segue a estrela sua,
mas tu melhor te socorres
quando em fogo algum te torres,
porque eu nunca ao fogo chego;
e tu logras tal sossego,
que em chegando ao fogo morres.
Tu és mais feliz ao que entendo,
inda que percas a vida,
porque a dá por bem perdida,
quem vive de andar morrendo:
eu não morro, e o pretendo,
porque falta a meu pesar
a fortuna acabar;
tu morres, e tu sossegas,
quando na chama te entregas,
porque morres por chegar.
Gregório de Matos
quinta-feira, 20 de setembro de 2007
quarta-feira, 19 de setembro de 2007
Sem título
Assim como diz o título,
eis um texto sem título.
Sem título, sem cor, sem vida
sem nada.
É difícil de se compreender o mundo
ainda mais quando você se encontra num abismo
Distante da realidade, das pessoas, dos sons...
Há um silêncio fino e torturante
que me rasga as veias (finas)
e transforma-me num ser seco e distante.
-
Vou usar o velho machado
para cortar o vazio de imensidão que você deixou.
Antes que seja tarde: segue aqui um texto sem título
sem cor, sem vida,
sem nada.
eis um texto sem título.
Sem título, sem cor, sem vida
sem nada.
É difícil de se compreender o mundo
ainda mais quando você se encontra num abismo
Distante da realidade, das pessoas, dos sons...
Há um silêncio fino e torturante
que me rasga as veias (finas)
e transforma-me num ser seco e distante.
-
Vou usar o velho machado
para cortar o vazio de imensidão que você deixou.
Antes que seja tarde: segue aqui um texto sem título
sem cor, sem vida,
sem nada.
quarta-feira, 12 de setembro de 2007
um singelo poema de Partida
Quando ela disse adeus
as folhas ainda estavam vivas
minha dor não passava de mágoa partida
[um tempo depois...]
Do verde se fez o amarelo-pranto
a dor acalentou o corpo
e a saudade aumentou em desencanto
as folhas ainda estavam vivas
minha dor não passava de mágoa partida
[um tempo depois...]
Do verde se fez o amarelo-pranto
a dor acalentou o corpo
e a saudade aumentou em desencanto
terça-feira, 11 de setembro de 2007
Não Vá
não vá!
espere mais um pouco.
nesse meio tempo,
concordo que tudo é pouco
acrescento que é passageiro
porém, não se fixe...
se é que tu existes,
acompanhas caleidoscópios,
és a flor da transformação.
E tudo a rodar, a girar
pra mim é tudo muito louco,
pois sou louco
e acho que é cedo...
não vá!
espere mais um pouco.
Vinícius Freire
espere mais um pouco.
nesse meio tempo,
concordo que tudo é pouco
acrescento que é passageiro
porém, não se fixe...
se é que tu existes,
acompanhas caleidoscópios,
és a flor da transformação.
E tudo a rodar, a girar
pra mim é tudo muito louco,
pois sou louco
e acho que é cedo...
não vá!
espere mais um pouco.
Vinícius Freire
quinta-feira, 6 de setembro de 2007
Quero minha Garça de volta!
Quando penso que quero algo
não o quero.
Quando consigo o novo,
perdi o velho.
Tristeza chora em acalanto
à meus erros embevecidos de pranto.
não o quero.
Quando consigo o novo,
perdi o velho.
Tristeza chora em acalanto
à meus erros embevecidos de pranto.
Velho Maquinista, para onde me guias?
Old man through the door
Where is the next floor?
I have an Eye
My Legs are broken
And my Heart is in pain
Old man, good friend
Show me how to get there
-Where?
You are the one. You must know that
You've got to tell me
Wise man, why?
It shouldn't be hard
You cannot hide it
from me, from us
Tell me, tell us
Where is the next floor?
I have an Eye
My Legs are broken
And my Heart is in pain
Old man, good friend
Show me how to get there
-Where?
You are the one. You must know that
You've got to tell me
Wise man, why?
It shouldn't be hard
You cannot hide it
from me, from us
Tell me, tell us
terça-feira, 4 de setembro de 2007
Já aqui...
O lenço, deixei com uma moça que chorava a despedida....
Os documentos, esqueci em alguma gaveta.
Nos bolsos, trago somente mãos cheias de sangue corrente nas veias.
No peito, um coração batendo afogado em saudade.
Na cabeça, um cérebro funcionando embebido em loucura.
As pernas, mantenho em movimento.
Nos olhos, um pouco de tristeza,
alguma alegria
e muito prazer em conhecer!
escrito pela moça que troca poemas comigo,
Jaqueline Pinheiro.
Os documentos, esqueci em alguma gaveta.
Nos bolsos, trago somente mãos cheias de sangue corrente nas veias.
No peito, um coração batendo afogado em saudade.
Na cabeça, um cérebro funcionando embebido em loucura.
As pernas, mantenho em movimento.
Nos olhos, um pouco de tristeza,
alguma alegria
e muito prazer em conhecer!
escrito pela moça que troca poemas comigo,
Jaqueline Pinheiro.
segunda-feira, 3 de setembro de 2007
terça-feira, 28 de agosto de 2007
presente
segunda-feira, 27 de agosto de 2007
Identidade Falsa
Hoje em dia a Ética e a Moral
procuram em orfanatos seu filho Caráter e sua filha tão amada Personalidade,
que foram deixados no mesmo orfanato
por não terem condições financeiras
de dar o que comer para os dois filhos gêmeos
que vieram nascer no regime no qual quem era presidente era o Senhor Medíocre.
Após anos e regimes mudados, o sistema veio se transformando e vários filhos foram sendo abandonados por causa dos Srs. Hipocresia, Inveja, Ganância e a Sra Corrupão junto com sua vice Avareza.
Quantas crianças como a Ética e a Personalidade vão surgir sem se tornarem adultos
como seus pais que os abandonaram
e seus governantes que os transformaram em ovelhas agarradas da Injustiça?
O Caos com seu coletivo de atitudes insanas
pode ser que resolva se for direcionado àqueles que manipulam e comandam.
Amém.
Tommy Efrom
procuram em orfanatos seu filho Caráter e sua filha tão amada Personalidade,
que foram deixados no mesmo orfanato
por não terem condições financeiras
de dar o que comer para os dois filhos gêmeos
que vieram nascer no regime no qual quem era presidente era o Senhor Medíocre.
Após anos e regimes mudados, o sistema veio se transformando e vários filhos foram sendo abandonados por causa dos Srs. Hipocresia, Inveja, Ganância e a Sra Corrupão junto com sua vice Avareza.
Quantas crianças como a Ética e a Personalidade vão surgir sem se tornarem adultos
como seus pais que os abandonaram
e seus governantes que os transformaram em ovelhas agarradas da Injustiça?
O Caos com seu coletivo de atitudes insanas
pode ser que resolva se for direcionado àqueles que manipulam e comandam.
Amém.
Tommy Efrom
sábado, 25 de agosto de 2007

Uma face com suas expressões
Algo passa de sua alma ao seu corpo
Um aglomerado de pássaros
Pousam em seu jambeiro
Comem seus frutos e suas pragas
Espalham suas sementes
Criam ninhos em seus ramos
Ela os admira cantar
Voar...
Lembra das suas noites ferventes
Nas tempestades de gala do inverno tropical
Onde rodopiava e cantava
Ao embalo do maestro vento espera
um dia decolarão, sabe como...
Será que resistiria a um ciclone?
A resistência triunfaria?
Isto ela conhece bem
Desde que um raio a partiu ao meio
texto: Damodara Wagner
Desenho: Assunção Melo
domingo, 12 de agosto de 2007

Escuro e seco.
A respiração é o fio condutor.
Há, vindo da sala, um feixe de luz amarela
Vejo por ele a fumaça de meu cigarro.
Pedro esta me esperando, estou atrasado.
Mas sei que não vou.
A lua, insistente, tende a iluminar
Perco o que me era luz
Ele ainda me espera, mas, sei que não vou.
não vou!
E se ele não mais me esperar?
Céus, que farei sem Pedro...
texto:
Poeira Solta no Vento
+
(agora) Sabonete Azul .
imagem: klimt
A respiração é o fio condutor.
Há, vindo da sala, um feixe de luz amarela
Vejo por ele a fumaça de meu cigarro.
Pedro esta me esperando, estou atrasado.
Mas sei que não vou.
A lua, insistente, tende a iluminar
Perco o que me era luz
Ele ainda me espera, mas, sei que não vou.
não vou!
E se ele não mais me esperar?
Céus, que farei sem Pedro...
texto:
Poeira Solta no Vento
+
(agora) Sabonete Azul .
imagem: klimt
segunda-feira, 6 de agosto de 2007

A frieza do inverno me pegou
junto a ela veio o abandono dos amores;
as indagações inconsistentes;
a languidez sórdida de uma noite mal dormida
junto a ela veio o abandono dos amores;
as indagações inconsistentes;
a languidez sórdida de uma noite mal dormida
para o fim de mais um poema, as palavras fogem
não para cá...
vão além da mente, das explicações,
das soluções.
por essa razão, sou fiel a meu condicionamento
- o silêncio.
não para cá...
vão além da mente, das explicações,
das soluções.
por essa razão, sou fiel a meu condicionamento
- o silêncio.
ou seria omissão?
terça-feira, 31 de julho de 2007
quinta-feira, 28 de junho de 2007
Onde os tempos eram verdadeiros e meu coração cantava de alegria
Moedas embolocadas no ar
Um sorriso torto de menina moça
Manha...: -Ei, eu já sabia o que ia escrever
E já nem sei mais...
Perderam-se palavras, versos, sonetos
ficaram sentimentos e uma vontade de chorar
A lágrima de felicidade não quer jorrar
Penso insistentemente enquanto olho o vazio do ar
Leio...a dúvida persiste, insiste em aflorar
e o que me vem a cabeça são palavras vazias
as quais não queria fazer uso
Serei solitário as palavras
Anestesiada pela falta de cigarro
Me pego sentada, vagando o olhar
Que busca incomensurável!
O gozo simples de um amor maduro
Mas essa noite digo não aos amores
Quero flores e seus cheiros invasores
e a certeza de que amanhã nada restará
Tento enganar-me
Pobre cortesã!
Ah, doce ilusão a minha!
caminhar por lençóis escusos na madrugada sombria
onde todos assobiam e eu peregrino entre bocas escuras.
Borboletas Azúis de Mª
+
Morceau d'utopie
(23 de novembro de 2006)
Um sorriso torto de menina moça
Manha...: -Ei, eu já sabia o que ia escrever
E já nem sei mais...
Perderam-se palavras, versos, sonetos
ficaram sentimentos e uma vontade de chorar
A lágrima de felicidade não quer jorrar
Penso insistentemente enquanto olho o vazio do ar
Leio...a dúvida persiste, insiste em aflorar
e o que me vem a cabeça são palavras vazias
as quais não queria fazer uso
Serei solitário as palavras
Anestesiada pela falta de cigarro
Me pego sentada, vagando o olhar
Que busca incomensurável!
O gozo simples de um amor maduro
Mas essa noite digo não aos amores
Quero flores e seus cheiros invasores
e a certeza de que amanhã nada restará
Tento enganar-me
Pobre cortesã!
Ah, doce ilusão a minha!
caminhar por lençóis escusos na madrugada sombria
onde todos assobiam e eu peregrino entre bocas escuras.
Borboletas Azúis de Mª
+
Morceau d'utopie
(23 de novembro de 2006)
terça-feira, 26 de junho de 2007

do que vem a ser dor está estagnada
Assim foi, assim é, assim será [?]
Enquanto a situação tranascorre disparada
o limiar do tempo
Tu dormes o sono pesado dos seres do abismo
Acorda,
Vem cá me ajudar!
Estou cansada de implorar o teu afeto.
Fique atento!
logo receberás o último contato
E, talvez, quando der conta de tua displicência
poderá ser tarde...
Vou jogar tuas menitras na boca torta do infinito
quinta-feira, 21 de junho de 2007
minerva
Criatura sórdida aquela menina
Usava um manto azul como o da virgem Maria
De cega se fazia...
Era suja como ela só!
Seu nome?
Justiça.
Usava um manto azul como o da virgem Maria
De cega se fazia...
Era suja como ela só!
Seu nome?
Justiça.
terça-feira, 22 de maio de 2007
segunda-feira, 30 de abril de 2007
Disse-não-me-disse
terça-feira, 24 de abril de 2007
Começo, meio e fim. Esse é o fim.
segunda-feira, 23 de abril de 2007
segunda-feira, 2 de abril de 2007
Listras

- E se nenhum quiser?
- Eu quero!
- E se você não conseguir?
- Ao menos vou ter tentado.
- Você sabe que não é o bastante.
- O que é "bastante" pra você?
- ...
- Vai se abster?
- Me dou esse direito.
- Que seja!
terça-feira, 20 de março de 2007
Hard to Explain

o acúmulo de sentimentos esgota o significado deles.
É de díficil explicação
afinal quanto mais se gosta, mais se quer.
e Quando mais se tem, menos se quer?
Buscando em diversões baratas sentido para a pifialidade da vida.
Alguém tem a explicação?
- Se nem se sabe qual a razão..
Viva as festas dos amores mal amados!
segunda-feira, 12 de março de 2007
Estilhaços de vidro

Pensamentos estranhos fluem
E minha cabeça surta
em ritmo descomunal
Será que já é hora? Será que você chora?
Tic-tac tic-tac tic-tac tic-tac tic -tac
Ah não, mais um tic-tac para me atormentar
TIC-TAC TIC-TAC TIC-TAC
Ele não para…Ahhhhh
Não. Ainda não é hora.
Fique aqui comigo
Só mais um dia, só mais um minuto
Faça minha vontade ao menos uma vez
Sinto meu sangue correr nas veias
Ele segue em disparate rumo desconhecido
Mas não pode, ele não pode!
Não quero mais esperar-te
Estou de saída
Encontrar minha sanidade
Um grito ensurdecedor;
Estilhaços de vidro no chão
Silêncio.
terça-feira, 27 de fevereiro de 2007
Vício

"-Você tem um cigarro?
-Estou tentando parar de fumar.
-Eu também, mas é que eu queria alguma coisa nas mãos.
-Você tem alguma coisa nas mãos agora.
-Eu?
-Eu.."
###
A sensação de liberdade
-Estou tentando parar de fumar.
-Eu também, mas é que eu queria alguma coisa nas mãos.
-Você tem alguma coisa nas mãos agora.
-Eu?
-Eu.."
###
A sensação de liberdade
agora se mostra uma prisão
Vício que me consome a consiência
E me faz definhar segundo a segundo,
Vício que me consome a consiência
E me faz definhar segundo a segundo,
...
Palhaços tortos salteiam a minha frente;
seus encantos já não mais me encantam.
Continuo definhando...Meu amigo não quer me largar.
A dor se faz presente.
Palhaços tortos salteiam a minha frente;
seus encantos já não mais me encantam.
Continuo definhando...Meu amigo não quer me largar.
A dor se faz presente.
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